segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

domingo, 9 de dezembro de 2012

II Domingo do Advento

A força do amor de Deus

Boletim Paroquial 248 - Supl. Esta é a nossa fé - Advento 2
 
Que sublime e maravilhoso anúncio à cidade amada de Deus, «a esposa»! O anúncio de uma admirável mudança de situação. Jerusalém tinha visto os seus filhos partir para o exílio: voltarão, estão quase a voltar! Nada é «evidente»: é um anúncio dirigido à fé, à força da sua esperança. Nada evidente também para a Igreja, mas ela sabe: o seu Senhor está com ela. Nada evidente para cada um de nós, mas acreditamos: «Aquele que começou em vós tão boa obra há de levá-la a bom termo até ao dia de Cristo Jesus». Acreditamos apesar do nosso pecado e das dificuldades da vida. É a fé que nos permite entender o apelo: «Uma voz clama no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor’». É a fé na força do amor de Deus que prepara o caminho.

sábado, 8 de dezembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

XXXII Domingo Comum

Boletim Paroquial 244

A liturgia do 32º Domingo do Tempo Comum fala-nos do verdadeiro culto, do culto que devemos prestar a Deus. A Deus não interessam grandes manifestações religiosas ou ritos externos mais ou menos sumptuosos, mas uma atitude permanente de entrega nas suas mãos, de disponibilidade para os seus projectos, de acolhimento generoso dos seus desafios, de generosidade para doarmos a nossa vida em benefício dos nossos irmãos.
A primeira leitura apresenta-nos o exemplo de uma mulher pobre de Sarepta, que, apesar da sua pobreza e necessidade, está disponível para acolher os apelos, os desafios e os dons de Deus. A história dessa viúva que reparte com o profeta os poucos alimentos que tem, garante-nos que a generosidade, a partilha e a solidariedade não empobrecem, mas são geradoras de vida e de vida em abundância.
O Evangelho diz, através do exemplo de outra mulher pobre, de outra viúva, qual é o verdadeiro culto que Deus quer dos seus filhos: que eles sejam capazes de Lhe oferecer tudo, numa completa doação, numa pobreza humilde e generosa (que é sempre fecunda), num despojamento de si que brota de um amor sem limites e sem condições. Só os pobres, isto é, aqueles que não têm o coração cheio de si próprios, são capazes de oferecer a Deus o culto verdadeiro que Ele espera.
A segunda leitura oferece-nos o exemplo de Cristo, o sumo-sacerdote que entregou a sua vida em favor dos homens. Ele mostrou-nos, com o seu sacrifício, qual é o dom perfeito que Deus quer e que espera de cada um dos seus filhos. Mais do que dinheiro ou outros bens materiais, Deus espera de nós o dom da nossa vida, ao serviço desse projecto de salvação que Ele tem para os homens e para o mundo.

sábado, 3 de novembro de 2012

XXXI Domingo Comum

«Deus é único e não há outro além d'Ele. Amá-l'O com todo o coração,
com toda a inteligência e com todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo,
vale mais do que todos os holocaustos e sacrifícios»
 
 
A liturgia do 31° Domingo do Tempo Comum diz-nos que o amor está no centro da experiência cristã. O caminho da fé que, dia a dia, somos convidados a percorrer, resume-se no amor Deus e no amor aos irmãos - duas vertentes que não se excluem, antes se complementam mutuamente.
A primeira leitura apresenta-nos o início do "Shema' Israel" - a solene proclamação de fé que todo o israelita devia fazer diariamente. É uma afirmação da unicidade de Deus e um convite a amar a Deus com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças.
O Evangelho diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a experiência de fé do discípulo de Jesus se resume no amor - amor a Deus e amor aos irmãos. Os dois mandamentos não podem separar-se: "amar a Deus" é cumprir a sua vontade e estabelecer com os irmãos relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, até ao dom total da vida. Tudo o resto é explicação, desenvolvimento, aplicação à vida prática dessas duas coordenadas fundamentais da vida cristã.
A segunda leitura apresenta-nos Jesus Cristo como o sumo-sacerdote que veio ao mundo para cumprir o projecto salvador do Pai e para oferecer a sua vida em doação de amor aos homens. Cristo, com a sua obediência ao Pai e com a sua entrega em favor dos homens, diz-nos qual a melhor forma de expressarmos o nosso amor a Deus.

sábado, 27 de outubro de 2012

Todos Santos e Fiéis Defuntos Castelo do Neiva

01 Novembro

09h00 Eucaristia [Igreja Paroquial]
15h00 Eucaristia [Cemitério]

                                                                           02 Novembro

07h00 Eucaristia [Igreja Paroquial]


Neste ano, tão especial, é ainda mais importante e “Será decisivo repassar, durante este Ano, a história da nossa fé, que faz ver o mistério insondável da santidade de Deus, entrelaçada com o pecado dos homens. Enquanto a história da santidade, põe em evidência a grande contribuição que homens e mulheres prestaram para o crescimento e o progresso da comunidade, a realidade do nosso pecado, deve provocar em todos uma sincera e contínua obra de conversão, para experimentar a misericórdia do Pai, que vem ao encontro de todos” (cf. Porta Fidei, 13).


XXX Domingo Comum B

 
 
A liturgia do 30° Domingo do Tempo Comum fala-nos da preocupação de Deus em que o homem alcance a vida verdadeira e aponta o caminho que é preciso seguir para atingir essa meta. De acordo com a Palavra de Deus que nos é proposta, o homem chega à vida plena, aderindo a Jesus e acolhendo a proposta de salvação que Ele nos veio apresentar.
A primeira leitura afirma que, mesmo nos momentos mais dramáticos da caminhada histórica de Israel, quando o Povo parecia privado definitivamente de luz e de liberdade, Deus estava lá, preocupando-se em libertar o seu Povo e em conduzi-lo pela mão, com amor de pai, ao encontro da liberdade e da vida plena.
A segunda leitura apresenta Jesus como o sumo-sacerdote que o Pai chamou e enviou ao mundo a fim de conduzir os homens à comunhão com Deus. Com esta apresentação, o autor deste texto sugere, antes de mais, o amor de Deus pelo seu Povo; e, em segundo lugar, pede aos crentes que "acreditem" em Jesus - isto é, que escutem atentamente as propostas que Ele veio fazer, que as acolham no coração e que as transformem em gestos concretos de vida.
No Evangelho, o catequista Marcos propõe-nos o caminho de Deus para libertar o homem das trevas e para o fazer nascer para a luz. Como Bartimeu, o cego, os crentes são convidados a acolher a proposta que Jesus lhes veio trazer, a deixar decididamente a vida velha e a seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida. Dessa forma, garante-nos Marcos, poderemos passar da escravidão à liberdade, da morte à vida.